Férias, calor e festividades. Estamos em meio a uma das épocas mais esperadas do ano por grande parte da população. As viagens ficam mais comuns e os passeios nas proximidades de cachoeiras, rios e açudes também.

O risco de afogamentos neste período tende a aumentar, pela alta procura de locais para se refrescar, mas nem sempre estes espaços são próprios para o banho.
Nas chamadas “águas rápidas” como os rios, podem haver galhos e outros materiais que podem se tornar fatores de grande risco aos indivíduos, da mesma forma que em açudes, onde não é possível saber o que se encontra ali.

O capitão do Corpo de Bombeiros de Bento Gonçalves Gustavo Kist detalhou, em entrevista ao Portal Leouve, como aproveitar essa estação do ano com segurança:


“É de suma importância que se opte primeiramente por realizar essa atividade de veraneio em locais com a presença de guarda-vidas. No site do Corpo de Bombeiros Militar nós encontramos todos esses locais onde há essa presença de guarda-vidas”, disse.


A questão da alimentação e bebidas alcoólicas também podem se tornar fatores de risco:
“Não entre na água logo após as refeições, tampouco depois de ingerir bebida alcoólica pois isso aumenta o risco de acidentes. Também é de fundamental importância não deixar crianças a mais de um braço de distância quando elas estiverem em um ambiente aquático, porque há o risco de afogamento. Se mantenha próximo das crianças”, ressaltou.


Outra dica importante repassada pelo capitão Kist foi quanto aos chamados colchões infláveis nestes locais aquáticos:
“Não utilizem artefatos como colchões infláveis para realizar brincadeiras, porque eles podem acabar deslocando a um local profundo e de difícil acesso, sendo necessário o resgate. Em havendo essa situação, mantenha a calma e em momento algum entre na água. Dentro do possível, tente alcançar algum item de flutuabilidade, seja uma boia ou qualquer coisa do gênero”.


Muitas vezes na tentativa de tentar salvar alguém conhecido, o indivíduo pode acabar se tornando mais uma vítima por falta de conhecimento das técnicas, por isso a recomendação é usar cordas ou ainda um objeto em que a pessoa que está se afogando possa segurar e ser removida da água.
Para qualquer emergência desta natureza, o número do Corpo de Bombeiros é 193, mesmo que o recomendado não seja acionar este serviço por conta da demora do deslocamento do quartel até o local, em virtude de afogamentos serem ações muito rápidas.


A cada um minuto em que a pessoa deixa de receber oxigênio, ela tem uma perda de 10% na atividade cerebral, sendo recorrentes mortes cerebrais neste tipo de situação, por isso é essencial de que a pessoa que busca se refrescar, procurar saber do local onde está para deixar de correr estes riscos.

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30 de dezembro de 2023

Férias, calor e festividades. Estamos em meio a uma das épocas mais esperadas do ano por grande parte da população. As viagens ficam mais comuns e os passeios nas proximidades de cachoeiras, rios e açudes também.

O risco de afogamentos neste período tende a aumentar, pela alta procura de locais para se refrescar, mas nem sempre estes espaços são próprios para o banho.
Nas chamadas “águas rápidas” como os rios, podem haver galhos e outros materiais que podem se tornar fatores de grande risco aos indivíduos, da mesma forma que em açudes, onde não é possível saber o que se encontra ali.

O capitão do Corpo de Bombeiros de Bento Gonçalves Gustavo Kist detalhou, em entrevista ao Portal Leouve, como aproveitar essa estação do ano com segurança:


“É de suma importância que se opte primeiramente por realizar essa atividade de veraneio em locais com a presença de guarda-vidas. No site do Corpo de Bombeiros Militar nós encontramos todos esses locais onde há essa presença de guarda-vidas”, disse.


A questão da alimentação e bebidas alcoólicas também podem se tornar fatores de risco:
“Não entre na água logo após as refeições, tampouco depois de ingerir bebida alcoólica pois isso aumenta o risco de acidentes. Também é de fundamental importância não deixar crianças a mais de um braço de distância quando elas estiverem em um ambiente aquático, porque há o risco de afogamento. Se mantenha próximo das crianças”, ressaltou.


Outra dica importante repassada pelo capitão Kist foi quanto aos chamados colchões infláveis nestes locais aquáticos:
“Não utilizem artefatos como colchões infláveis para realizar brincadeiras, porque eles podem acabar deslocando a um local profundo e de difícil acesso, sendo necessário o resgate. Em havendo essa situação, mantenha a calma e em momento algum entre na água. Dentro do possível, tente alcançar algum item de flutuabilidade, seja uma boia ou qualquer coisa do gênero”.


Muitas vezes na tentativa de tentar salvar alguém conhecido, o indivíduo pode acabar se tornando mais uma vítima por falta de conhecimento das técnicas, por isso a recomendação é usar cordas ou ainda um objeto em que a pessoa que está se afogando possa segurar e ser removida da água.
Para qualquer emergência desta natureza, o número do Corpo de Bombeiros é 193, mesmo que o recomendado não seja acionar este serviço por conta da demora do deslocamento do quartel até o local, em virtude de afogamentos serem ações muito rápidas.


A cada um minuto em que a pessoa deixa de receber oxigênio, ela tem uma perda de 10% na atividade cerebral, sendo recorrentes mortes cerebrais neste tipo de situação, por isso é essencial de que a pessoa que busca se refrescar, procurar saber do local onde está para deixar de correr estes riscos.

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